segunda-feira, 2 de julho de 2012

...De que valeu os dias de alegria, se fingir a felicidade é o que mais me rouba o tempo,e as forças...
...De que adiantou todo o sofrimento se o ódio é pela vida não por ele, que sentimento é esse? que culpa os obstáculos para camuflar a verdadeiro causador...
...De que adianta o meu sorriso externo, se no fundo da minha alma a dor é incessante, e a cicatriz parece nunca suavizar...
...De que adiantou amar, se os dedos não foram fortes o suficientes para segurá-lo de tal maneira que não se desgarrasse do meu olhar...
...De que adiantou essas marcas violentas da vida, se quando estamos um diante do outro, o tempo parece não ter roubado o encanto de te olhar, e desejar, e admirar...
...Eu digo que de nada adiantou a vida separar, o tempo passar...As feridas não cicatrizaram, porém o amor não se desfez, o laço virou nó, e ao fim de cada dia voltamos a realidade da vida que escolhemos um para o outro.

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