...Foram tantos anos na escuridão...
Me sentir sozinha em meio a muitos era algo tão comum, que nem me chamava mais atenção, afinal,
eu só queria que os anos passassem depressa, pois meu coração jamais seria como o das pessoas normais.
Sempre me tachei de estranha, pois sou realmente, muitas vezes tentei me observar de dentro pra fora, e tudo que eu pude ver eram marcas secas e dolorosas, uma coisa obscura, um desejo incessante de se auto destruir, por dentro gelo por fora neve.
Em um dia talvez o mais belo, um arrepio me subiu o corpo e imediatamente abri e fixei meus olhos em direção do que eu via, era ele, tão diferente de mim, tão longe de mim, algo inexplicável surgira fechei os olhos e pude sentir, um frescor na alma, um desejo louco, abri os olhos depressa com medo do que sentia, e me vi em uma situação constrangedora,que por hora incomodou, eu não podia sentir tamanha intensidade,
não sabia definir do que se tratava, como em um encontro de almas eu me encantei!!!
E suportei...
Lisa Back

(...)"Pois meu coração jamais seria como o coração das pesssoas normais..."
ResponderExcluirPra quê desejar que o coração seja igual ao dos outros se o que faz de nossa heroína essa escritora fascinante é exatamente a fuga do comum?
Lisa, encontra-se em um momento de transição,este encontro de almas que a encantou nada mais é do que o privilégio de vivenciar a chegada do amor, um amor amor que durante anos esperou o momento certo para poder acontecer, e ao chegar no coração de Lisa, ele fez muito mais do que fzer florir jardins que se encontravam aparentemente sem vida, este amor que chegou com a força de um furacão e a eficiência de uma brisa marinha, soprou pra longe aquelas folhas secas e sem vida, permitindo que o ciclo da vida seguisse seu curso, e trouxe novamente o perfume das flores neste coração, que enxergava todas as cores como cinza, mas que agora consegue ver e sentir as cores...
Sinto mais do que escrevo...
ExcluirE não sabe o quanto isso me assusta...
Quanto mais verdadeiro, mais confuso
ResponderExcluirQuando sinto que não sinto, olhos eu uso
Quando falo o que vejo, sinto
Quando sinto o que não vejo, amo e minto
Quando fecho os olhos, ouço e adoro
Quando falo o que sinto, te atinjo como um meteoro
Quando falas o que sente, só eu sei que mente
Quando, eu acho meu medo, você acha o seu
E sinto, sem falar, escutar nem olhar
Precisa tanto de mim, como eu
Para saber, o que é, como é...
E Exitar!
*Anônimo*
Belas palavras anônimo!
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